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                                Religioso: 8
 
 
Nos envie seus testemunhos para: gosaomiguelarcanjo@uol.com.br gostaríamos agradecer a Deus junto com você colocando seu testemunho em nosso site.


 

 

 

Em setembro de 2005 minha filha kellen de 27 anos (na época com 25 anos e meio) que mora em Jales no interior de São Paulo, fez um exame de colposcopia, que acusou uma mancha no ultero e que precisava ser retirado o mais rápido possível pois era benigno e contanto que retirasse sem demora não teria problemas futuros. Mas ela não poderia engravidar se isso acontecesse os médicos não fariam a cirurgia, poque isso causaria o aborto da criança.

Como temos vários casos na família de câncer, não precisa nem dizer como voltamos para casa naquele dia.

Na verdade formou-se um grande silencio entre eu e minha filha, eu não sabia o que dizer e ela ficava silenciosa.

Voltei para São Paulo e voltaria no mês seguinte pois ela voltaria para fazer cirurgia e eu precisaria ficar com as crianças, Lucas de 6 anos e meio, Natham de 4 anos e meio.

Dias depois que cheguei em São Paulo ela me liga dizendo que estava desconfiada que estava grávida. Não sei dizer como eu fiquei, uma noticia maravilhosa e ao mesmo tempo chocante porque se o médico não fizesse a cirurgia aquilo poderia crescer e coisa pior viria.

Voltei para Jales e ela estava realmente grávida. Fomos para são Jose do Rio Preto e o médico se negou a fazer a cirurgia, ela insistiu ficou muito assustada, mas o médico disse que ele jamais faria aquela cirurgia, ela devia voltar para casa e depois que o nenê nascesse dois meses depois ela faria a cirurgia.

Voltamos para Jales e ela me disse que já que eu viria buscá-la no final do ano, como já era final de Outubro ela aproveitaria e viria comigo. Antes de voltar para São Paulo fiz uma oração para ela e Jesus me revelou *cura*.

Viemos para São Paulo e minha mãe conseguiu marcar uma consulta onde a Kelly fez novos exames e constatou a mesma coisa.

A médica disse para Kelly que ela precisava fazer a cirurgia, tiraria um pedaço do ultero e talvez não conseguisse mais engravidar, mas tudo bem o aborto não é proibido. Minha filha entrou num desespero e começou a chorar sem parar, então a médica disse para ela que ela voltasse daqui 8 dias, no estado que ela estava não tinha condições a Kelly precisava pensar melhor e tomar a decisão.

Eu aguardava em casa, a kelly chegou chorando, seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar não entrava na cabeça dela tirar o nenê, ela não queria, infelizmente 2 pessoas da minha família achava melhor fazer a cirurgia antes que se espalhasse pelo corpo.

Eu achei aquilo um absurdo, Jesus realiza o impossível, nada estáva perdido, Jesus não  morreu naquela cruz em vão. Acharam que eu estava falando besteira então  me silenciei.

Nestes 8 dias eu intercedia pedindo ao pai que cuidasse do nenê e da Kelly e como dizia o Pe. Leo “Só Deus pode colocar a mão no útero de uma mulher”.

Eu confiava que o senhor cuidaria da minha filha melhor que todos nós.

Com 8 dias a Kelly foi à médica e ela disse que não poderia colocar a mãe na Kelly, ela pesquisou com seus colegas, livros e se colocasse a mão em minha filha ela perderia a  Kelly ou o nenê e o aborto é proibido, há casos que a mancha some.

Quando ela chegou em casa e me deu a noticia eu dava pulos de alegria, como eu louvei e glorifiquei o senhor nosso Deus. Deus é fiel.

E quando fizemos um ultra-som era outro garoto que viria a se chamar Rafael.

A gravidez correu tudo bem, mas eu tinha pavor só em pensar no pós parto, os dois pós partos da minha filha foi terrível ela sofreu muito, inflamou os pontos.

Ela recebeu uma carta para fazer cesária, eu fiquei com mais medo ainda, imagine uma cesária.

Rafael nasceu no dia 02/06/2006 com 4 kilos e 10 gramas, a cesária foi uma benção em poucos dias ela estava com os pontos sequinho, não inflamou.

Dois meses depois ela voltou e nada foi encontrado ela estava curada.

Então consegui fazer o que jamais eu pensava que conseguira fazer e que ninguém acreditava que um dia isso iria acontecer que era parar de fumar.

No dia 21 de Fevereiro de 2006 as 17:00 eu fumei meu último cigarro, comungando todos os dias desde julho de 2004. Precisei de um remédio que me ajudou muito também.

Agradeço a todos os meus irmãos que intercederam por minha família.

Deus abençoe a todos de coração que confiou junto comigo que:

“TUDO PODE SER MUDADO PELO PODER DA ORAÇÃO”

 

                                                    


Me

Me casei com 16 anos, e meu sonho era ter filhos, sempre fui apaixonada por crianças, com dois meses de casada engravidei, foi uma alegria para nossa família, afinal seria o primeiro neto, tanto do lado paterno como do lado materno.

Mas a partir dos três meses de gestação comecei a sentir muitas dores e a cada dia que passava as dores aumentavam, o médico dizia que as dores eram normais, mas quando chegou aos 7 meses, não suportando mais as dores, eu pedi a ele fizesse alguma coisas pois as dores eram insuportáveis, eu não conseguia fazer nada, só gemendo de dor o tempo todo.

Então ele pediu que eu fizesse um ultrassom, no dia seguinte uma prima do meu esposo foi comigo, contava os passos, quando cheguei em casa as dores me paralisaram, tive que me deitar.

Quando deu meia noite a bolsa estourou e tivemos que correr para o hospital, era uma mistura de alegria com preocupação, a ansiedade de ver o rostinho do meu bebe.

Fiquei internada e com medo de dormir, mas a enfermeira me disse que eu poderia ficar tranqüila que quando o neném quisesse nascer ele me acordaria.

A expectativa era grande, mas o sono me pegou e acordei com o neném querendo nascer, nossa! não tem como explicar a espera da chegada em breve do seu primeiro filho.

O neném tinha tudo para nascer na cama do quarto, a parteira parecia ser da família porque ele se alegrava junto comigo com a chegada daquele nenê, ela sorria e dizia  “ vamos o neném quer vim”, mas não teve jeito tive que ir para sala de parto.

E a parteira me ajudava muito e feliz ela dizia novamente, “vamos mais um pouco o nenê nasce”, e quando o nenê nasceu ela fechou o sorriso e me disse, você poderá ter outros filhos, não entendi e tentei ver o embrulhinho que a enfermeira levava nas mãos, mas não deu estava deitada e ela não me permitiu.

O que achei estranho é que minha sogra deu uma causa morte do nenê e minha mãe deu outra enquanto eu estava no hospital, minha tia Romilda sempre foi sentimental, mas naquele dia ela chorou tanto quando foi me visitar, mas não caiu a ficha, estranhei, mas tudo bem.

O que me levou a entender, apesar de sofrer foi que minha mãe sempre dizia “Deus pode nos tirar quantos filhos ele quiser porque ele pode nos dar quantos ele quiser”.

Vim para casa e na esperança de engravidar denovo. Ainda estava de dieta quando fui na casa de meus pais e nós conversávamos sobre a personalidade de algumas pessoas e ele comentou sobre minha sogra dizendo que ela era uma pessoa realista. Chegou a tarde e fui embora (morava com minha sogra) e por incrível que pareça quando cheguei em casa o assunto era o mesmo, sobre personalidades, então eu disse para minha sogra que meu pai estava falando sobre isso e dizia que a achava uma pessoas realista, (eu estava sentada no sofá) nisso ela se virou para mim e disse “e sou mesmo e vou te contar uma coisa, sua filha nasceu ....... era um monstro, não tinha boca etc... eu entrei em estado de choque, as lágrimas caiam e eu não conseguia falar, fiquei travada eu tentava abrir a boca, mas não conseguia, impossivel descrever a dor, minha cunhada Vera (hoje falecida) ria dizendo (as lágrimas caindo).

Eu fiquei muito revoltada, indignada, consegui abrir a boca a dizia que era mentira, então ela dizia que eu fosse perguntar para meus pais e foi o que fiz.

Mas infelizmente eles me confirmaram, meu pai ficou muito chateado com minha sogra, pois o médico teria dito que eu poderia ter filhos normais, então era para esperar eu estar com um filho nos braços primeiro depois tudo bem. (Com menos de três meses de gestação eu tive contato com minha prima que estava com rubella, foi essa a causa da deformação do nenê) eu fiquei transtornada, eu não tinha tido monstros eu tive duas crianças perfeita e saudáveis e eu iria provar para as pessoas que elas eram perfeitas e saudáveis, quantas vezes eu quis me jogar de baixo de um carro para morrer e ir embora com elas, eu acreditava que minhas filhas eram lindas, na verdade eu fiquei transtornada.

Mas eu tinha uma idéia, eu iria desenterrar minhas filhas e leva-las atéas pessoas e mostrar que elas eram normais, e eu iria fazer isso de qualquer jeito, levaria para as meus pais, meu sogro, inha sogra etc...

Acordei um dia disposta a fazer isso e fui para o cemitério da vila formosa, ao chegar me agachei e comecei a chorar, como eu chorava naquele momento, chorava de soluçar, a dor era muito grande, eu queria começar desenterrar, mas um coveiro já idoso que eu o chamo de anjo até hoje, ficava me olhando de longe e não saia do lugar, se eu fosse desenterrar minhas filhas ele não ia deixar, então eu aguardava ele se retirar, mas derrepente ele se aproxima de mim e me pergunta quem estava ali e em prantos comecei a contar para ele o horror que diziam de minhas filhas e que eu iria provar para essas pessoas que era mentira

Ele então começou a contar que era casado e tinha uma única filha. Quando ela ainda criança ficou muito doente entre a vida e a morte, ele e sua esposa fizeram uma promessa para que DEUS não levasse sua filha e Deus atendeu. Antes eles não tivessem feito aquela promessa, sua filha havia se tornado uma mulher da vida.

Ele dizia que minha filha seria motivo de curiosidade para as pessoas, elas não poderiam brincar como as outras crianças e nem poderiam sair na rua, ele me disse tantas coisas que fez com que eu pensasse nelas e não em mim e sai dali liberta e feliz em saber que elas não passariam por esse sofrimento e nunca mais voltei naquele cemitério para esse fim.

Depois me contaram que foi repórter porque uma enfermeira saiu contando, mas que uma outra infermeira negou o caso então eles foram embora. A parteira percebeu que as crianças não sobreviveriam por muito tempo e batizaram com o nome de Maria Jose e Maria de Lourdes, logo em seguida elas faleceram.

Só Deus nos deixa de pé.

 

 Eliana Fialho da Silva Cuim

                          Coordenadora do grupo de oração São Miguel Arcanjo

  


Meu nome é Flávia, sou casada tenho uma filha de 10 anos.

Uma amiga me convidou para participar da equipe do terço, eu gostei e continuei.

Quando se formou o grupo de oração “São Miguel Arcanjo” eu e meu esposo abrimos as portas para que o grupo acontecesse. Hoje já completou um ano.

Minha casa foi abençoada com esta graça, eu, meu marido, minha filha e meu cunhado que mora conosco. Essa foi uma das muitas bênçãos que o Senhor realizou na minha vida.

Depois que o grupo de oração começou em minha casa, meu cunhado ficou desempregado, ele tinha um treiler de caldo de cana no metrô da vila Matilde, mas a prefeitura tirou todos dali.

Com a ajuda da intercessão da equipe e de entregar o problema nas mãos de Deus, em uma semana conseguiu arrumar emprego e já está registrado para a Glória do Senhor e por intercessão de Nossa Senhora, só tenho a agradecer as bênçãos e graças alcançadas na minha família.

 

Flávia Carolina Merluzzi Martins

Grupo de oração São Miguel Arcanjo




 

 

 

 

 

 

Sou casada, tenho dois filhos e no ano passado meu marido estava desempregado há seis meses e já tinha perdido a esperança.

Agendei um terço com a equipe do grupo de oração São Miguel Arcanjo em minha casa do qual eu faço parte.

Rezaram e deixaram comigo a imagem de nossa Senhora das Graças, depois de uma semana recebemos uma ligação pedindo que meu esposo fosse fazer uma entrevista, logo foi chamado para iniciar na empresa, hoje já completou um ano.

Agradeço a Deus e a Senhora das Graças por mais esta graça alcançada.

 

Olívia Matos

Grupo de oração São Miguel Arcanjo

 





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